O que a terminação pode indicar
- -i, como Rossi, Ferrari e Bianchi: mais comum no Norte e no Centro.
- -o, como Russo, Esposito e Romano: mais comum no Sul.
- Consoante no fim, sobretudo -n, como Trevisan, Pavan, Visentin e Zanon: típico do Vêneto, como também -ato (Marconato, Stefanato).
- -ut e -utti, como Pasut e Antoniutti: Friuli.
- -u e -s: Sardenha.
São tendências, não regras: o sobrenome sozinho não diz o comune.
Muitos sobrenomes mudaram no Brasil
Na chegada e nos cartórios, o sobrenome foi muitas vezes escrito de outro jeito: uma letra dobrada, uma letra a menos, um acento. Anote todas as grafias da família: elas ajudam na busca e entram no pedido da CNN. Quando as certidões não batem, pode ser preciso uma retificação.
Não tem sobrenome italiano?
A cidadania também passa pela mãe e pela avó. Quando a italiana da família é uma mulher, o sobrenome se perde no casamento, mas a linha pode passar por ela: veja Cidadania italiana via materna. Nesses casos o caminho é a cidadania italiana via judicial.
Como seguir a pista
- Ache o antepassado nascido na Itália nos documentos da família.
- Descubra o comune dele: ajudam o Portale Antenati e os registros de chegada ao Brasil.
- Monte a sua árvore genealógica e peça a análise gratuita.
Tem um sobrenome italiano na família? Mande a sua árvore: a análise é gratuita.
Solicite sua análisePerguntas frequentes
Sobrenome italiano dá direito à cidadania?
Sozinho, não. O que conta é provar a linha, geração por geração, até o antepassado nascido na Itália.
Como saber de que região é o meu sobrenome?
Pela terminação e pelos mapas de sobrenomes, que mostram onde ele é mais comum hoje na Itália. Mas só os documentos dizem o comune.
Meu sobrenome foi escrito errado no Brasil. Tem problema?
Não impede, mas as grafias diferentes precisam ser explicadas e, às vezes, corrigidas: veja Retificação de certidões.
